DA RELATIVIDADE DAS COISAS
Quando a tarde declina sobre os lençóis,
E vestidas de sombras são todas as coisas,
Quando chega a exata hora do meio
À cadeira do pensamento me sento,
E em cadeia por um momento mais penso:
Se vejo o que vejo,
Não o vejo de moto próprio;
Meus olhos só me servem se eles se servem da luz.
Em cegueira e na mais espessa escuridão estou
Até que volte a Luz.
9 de abril 2012
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