domingo, 3 de março de 2013


VERBO

Há um silêncio deitado em minha memória,
Um silêncio de milênios dormindo sonhos
Pesadelos sonoros de guitarras e baterias
Dedos dobrados batendo à borda da mesa,
Bocas cantando fitas enfeitadas de alegrias.

Há uma tempestade de música
O silêncio da minha memória inundando porões.

Silêncio dentro da memória desdobrado,
As minhas encruzilhadas despertam.

9.10.2012

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